all rapists should die

/ quinta-feira, 11 de novembro de 2010 /
(isso não é um poema nem porra nenhuma. é um choro e ele veio do jeito que canta na minha cameça)
(não é pra rimar, não é pra parecer original nem bonito.)

Meus olhos enchem d'água.
É mais que cruel meu coração não sentir nada.
Eu fui estragada naquele dia.
Quebrada, rasgada.
Uma teia de frieza e incapacidade
se enrolou em volta de mim.

Eu procuro o dia
O dia que vou te ver
e gritar:
VOCÊ ME QUEBROU!

A inocência
O limite
A perspectiva de amar
A felicidade
Tudo, tudo roubado por você.

Eu nunca vou esquecer
Ninguém nunca vai entender
Não só na batalha,
mas nessa guerra eu luto sozinha.

(e esse foi meu grito de reconhecimento, babaca!)

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