eu também tenho tanto medo

/ sábado, 25 de fevereiro de 2012 /
muitas pessoas ficam muito preocupadas com o papel delas na fotografia. se estão armando um bom portfolio ou se vão ganhar dinheiro com isso. ou em se rotular.

se fosse pra me rotular, eu diria que sou um tipo de fotógrafa documentarista. e sim, eu sou uma fotógrafa - iniciante, que comete 96 erros pra cada acerto e sim, o photoshop anda de mãos dadas com minha fotos, mas isso não me faz apenas uma "adolescente com uma câmera".

por que eu amo pegar aquela câmera pesada na mão e mexer no obturador, na exposição, de experimentar em pé ou no nível da pessoa ou objeto. eu amo chegar em casa e colocar o cartão de memória no computador e ver aquelas todas imagens que eu fiz, EU FIZ, ninguém mais fez da mesma forma. é uma criação que qualquer um poderia fazer, mas EU FIZ e ninguém mais poderá fazer igual depois.


eu tenho as minha pessoas e minha vida em minhas fotos. gosto de fotografar quem estiver ao meu redor e fico que nem um abelha rondando, sem falar nada e sem pedir nada. eu só quero pegá-las do jeito que estão. eu quero que a vida daquela pessoa seja minha foto.

minha vida passa por meus olhos e, por consequência, pelos olhos da minha câmera. eu quero deixar guardado o que vejo para relembrar. para apreciar. para comparar.


sou feita de fases, como tudo na minha vida: as vezes quero tudo na imagem amarelo, as vezes tudo escuro e tem aquelas semanas fundamentais do preto e branco.

eu não quero fazer isso para ninguém, eu quero fazer por mim. na verdade eu já faço. eu quero mais talento, eu quero mais beleza.

1 comentários:

{ Larissa Cavalcante! } on: 25 de fevereiro de 2012 19:49 disse...

É exatamente como penso... O gosto que dá quando conseguimos captar o momento e a fotografia fica linda, é satisfátorio... Faz abrir um sorriso toda vez que a olhamos.

 
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